top of page
Perguntas Frequentes
GHOSTWRITING
CASES
PROJETOS ESPECIAIS
ERA UMA VEZ
É possível sim, por meio de muita conversa, escuta, pesquisa e observação. No ghostwriting, quem escreve é o escritor e quem passa todas as ideias, o autor. É ele quem tem as informações, o conhecimento e os materiais necessários para contar a história. O trabalho do ghostwriter é conhecer profundamente o que vai ser contado para transformar tudo isso em texto. Ele lança mão de sua técnica de escrita para colocar no papel aquilo que outra pessoa quer contar, mas não sabe como, ou não tem tempo para fazer, ou não gosta de escrever, ou não tem habilidade. O ghostwriter, portanto, atua como um dos recursos para que um autor possa escrever seu livro.
Não. O ghostwriter não inventa a história do autor. Ele trabalha a partir das informações, experiências, lembranças, documentos, entrevistas e demais materiais disponíveis. Seu papel é encontrar o melhor caminho para organizar e contar aquilo que já existe — e, quando necessário, pesquisar e apurar informações que ajudem a construir a narrativa.
De forma alguma! O ghostwriting é uma prática profissional utilizada no mercado editorial há muito tempo. Nesse processo, o ghostwriter é o escritor do livro, mas não o autor da história. O ghostwriter entra com uma habilidade específica: transformar um conteúdo prévio, que já existe, em uma obra bem estruturada e bem escrita.
Nós trabalhamos, principalmente, com biografias, autobiografias, autoficção, livros de memórias, histórias de famílias, trajetórias profissionais e empresariais, livros de especialistas e outros projetos de não ficção nos quais exista uma história, experiência ou conhecimento a ser transformado em livro. E aqui não falamos apenas em livros que serão amplamente publicados. Falamos também em conteúdos que o autor deseja apenas guardar para si em um arquivo, ou em livros que serão impressos apenas para uma ocasião (como lembranças de um evento, por exemplo), ou que serão utilizados por uma organização e instituição... O trabalho de escrita da história independe dos planos que o autor tem para ela.
Não. Você não precisa ter um material prévio para contratar um ghostwriter. É preciso que você tenha uma ideia do que quer escrever e esteja preparado para dar entrevistas e falar sobre o assunto. Se tiver materiais para compartilhar com o ghostwriter, tanto melhor, mas não é uma obrigatoriedade. Faz parte do nosso trabalho ajudar a encontrar, organizar e estruturar esse conteúdo para, então, partir para a escrita.
Com certeza. Nem todos os projetos de ghostwriting começam do zero. Por diversas razões, autores podem interromper a escrita de um livro e buscar um profissional para dar sequencia. Nesse caso, nós avaliamos o material andamento para entender qual tipo de trabalho ele necessita - que pode ser apenas uma revisão ou intervenção mais profunda de estrutura, estilo e escrita - e seguimos com o projeto a partir daí.
Tudo começa com uma conversa inicial para entendermos o projeto, seus objetivos e o material disponível. A partir daí, definimos o escopo e a melhor forma de desenvolver o livro. Na sequencia, acontecem entrevistas, análise de documentos, pesquisas, organização da narrativa e definição da estrutura para só então iniciar a redação. O autor acompanha o desenvolvimento, aprova essas definições, confere se o tom dado à narrativa tem a ver com ele e, ao final do processo de redação, faz a leitura completa e aponta os ajustes necessários para que a obra fique como ele espera.
Sem problema! Isso é bastante comum, na verdade, e faz parte do processo. O número de entrevistas depende de cada projeto. Algumas histórias exigem poucas conversas; outras precisam de muitos encontros e até de entrevistas com familiares, colegas ou outras pessoas. Essa necessidade é considerada na definição do escopo do trabalho, antes da apresentação do orçamento.
Não deveriam, e essa é justamente uma das habilidades fundamentais do ghostwriter. Um bom ghostwriter não escreve os livros para os quais é contratado utilizando a sua própria voz. É parte do trabalho compreender quem é o autor, como ele pensa, como se expressa e que tipo de linguagem combina com ele para que, ao ler o livro, o autor se reconheça nele - da mesma forma que seus leitores. A etapa de reconhecimento do autor é tão importante quanto a escrita, pois ela é decisiva para a obra, e na Era Uma Vez damos total atenção a isso.
Não precisa. Não há nenhuma exigência legal quanto a isso. A participação de um ghostwriter em uma obra não precisa ser divulgada, a não ser que o autor tenha alguma razão especial para querer o contrário. De modo geral, o nome do ghostwriter não aparece e seu envolvimento na escrita do livro permanece em sigilo e completamente confidencial.
A confidencialidade é intrínseca à natureza do ghostwriting. As condições de sigilo são estabelecidas em contrato, e informações sobre o projeto, o cliente e a autoria do texto nunca são divulgadas, nem mesmo se o livro se tornar um best-seller e o autor ganhar fama mundial com ele. O ghostwriter recebe por seu trabalho como escritor, e o seu envolvimento com a obra encerra a partir do momento que a versão final é entregue ao autor.
Depende de cada projeto. Em média, os trabalhos de ghostwriting realizados pela Era Uma Vez costumam levar de 6 a 8 meses para serem concluídos, mas cada obra tem suas particularidades, que influenciam nesse prazo para mais ou para menos. Quantidade de entrevistas, necessidade de pesquisa, volume de materiais, disponibilidade do autor e complexidade do conteúdo interferem no cronograma. É por isso que prazos e cronogramas são definidos e informados somente após a conversa inicial, quando já é possível entender a extensão do trabalho, suas necessidades e demandas.
O orçamento considera fatores como extensão prevista, complexidade do conteúdo, número de entrevistas, necessidade de pesquisa e apuração, quantidade de materiais a serem analisados, necessidade de viagens e prazo desejado. Cada projeto é único, o que faz com que seja necessário uma criteriosa avaliação para elaboração do orçamento.
O trabalho da Era Uma Vez é focado no ghostwriting, ou seja, na escrita da história, que é onde está nosso know-how. As etapas seguintes à redação, até a publicação do livro, são de responsabilidade do autor, até porque cada um tem planos diferentes para a sua obra. A Era Uma Vez, porém, conhece e pode indicar profissionais para apoiar seus clientes na etapas editoriais, ficando, claro, a critério de cada um seguir com essas pessoas ou buscar outros especialistas.
bottom of page




